Entrevista ao jornal Brasil Econômico sobre o desenvolvimento da tecnologia de energia das marés.
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26 de set. de 2012
Energia das Marés
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5 de mai. de 2009
Será mesmo que seus "updates" são lidos no Twitter?
Estou aqui matutando com meus botões sobre o quanto de gás o pessoal vai ter para digerir o Twitter, o mais recente fenômeno da internet no mundo.
Quanto ao seu sucesso, nem questiono mais. Cheguei até a escrever uma crônica sobre o assunto em "Twitter: uma biografia não autorizada", onde numa espécie de realismo fantástico tento narrar um pouco do ponto de interrogação que o 'passarinho' coloca na nossa testa.
Mas após algumas semanas de experiência de uso do Twitter, posso dizer que a ferramenta veio para ficar.
Só uma coisa tem me incomodado. Como se pudesse ser diferente, o indicador de sucesso de quem usa o bicho tem sido o número de seguidores que cada twitteiro consegue amealhar. Mas é aí que entra, na minha modesta opinião, o grande dilema.

O barato de twittar é justamente interagir com seus 'followers' e 'followings' a fim de intercambear dicas, informações, trocar mensagens, atualizar o status de um projeto, evento etc.

Tanto é que a Virada Cultural em São Paulo, ou #viradacultural -- como o pessoal twittou no último fim de semana -- foi um grande laboratório para experimentação do twitter. A interação entre veículos de comunicação e seus leitores ou ouvintes foi tamanha que acabou por gerar uma espécie de 'agendona' geral do evento.
Para não me estender mais, só quero perguntar: de que vale ter mil, dois, três mil seguidores ou até mais, se não há interação entre as partes?
Ou será que o pessoal que sai adicionando pessoas à sua rede no Twitter pensa mesmo que os outros vão ler seus updates?
Está aí a questão: contribua com seus comentários.
A propósito, estou twittando em @rodrrigo. Seja bem-vinda(o)!
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28 de abr. de 2009
Oi: portabilidade com porta na cabeça

Para quem pretende migrar seu atual número de celular para a Oi, aí vai um aviso.
Ligações e mensagens de texto 'de' e 'para' o Exterior?
Necas de pitibiriba!
Fiz a mudança, me arrependi.
Ainda bem que a portabilidade é uma estrada de duas vias: basta agora voltar para a minha operadora original.
Esse é o melhor troco que um consumidor civilizado pode dar quando é mal atendido. Outros, por exemplo, reclamam em blogs pela internet. ;)
Oi nunca mais.
--
Leia mais sobre a série "nunca mais":
Livrai-me de todos os males, inclusive da Livraria Saraiva
Tefónica nunca mais
Oi nunca mais.
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Tefónica nunca mais
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23 de abr. de 2009
Tá passando boi nos quatro cantos do mundo

(atualizado em 25 de fevereiro de 2010)
Para minha surpresa, este blog, apesar de eu ter feito pouca divulgação (como postar links nos sites de redes sociais: orkut, myspace, facebook, twitter e linkedin), recebeu visitas de 64 países de seis continentes (Américas, Europa, África, Oceania, Oriente Médio e Ásia). Além de brasileiros, internautas de países como Austrália, Nova Zelândia, Colômbia, Peru, Chile, Equador, Argentina, Venezuela, Uruguai, El Salvador, Costa Rica, Guatemala, Bahamas, México, Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Noruega, Finlândia, Dinamarca, França, Bélgica, Holanda, Itália, Portugal, Espanha, Áustria, Suíça, Alemanha, Grécia, Polônia, Hungria, Croácia, Romênia, Eslováquia, Bulgária, Albânia, Angola, Namíbia, África do Sul, Cingapura, Brunei, Egito, Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kwait, Qatar, Turquia, Rússia, Lituânia, Ucrânia, Índia, China, Azerbaijão, Taiwan, Malásia, Nepal, Indonésia, Vietnã, Filipinas e Japão deram sua olhadela em 'Passa boi, passa boiada'.

A imagem acima foi retirada do site que me fornece relatórios dos acessos. Para saber mais sobre o serviço (aliás, gratuito), acesse StatCounter.
Não menos surpreendente, além de São Paulo (onde moro) e São José do Rio Preto (onde nasci), o blog foi visitado por pessoas do interior do estado de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia, Pernambuco, Maceió, Ceará, Maranhão, Distrito Federal, Goiás, Amazonas, Acre, Rondônia, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santos e Rio de Janeiro.

Conforme mostra o gráfico acima, é natural que a grande maioria dos acessos provenha de cidades brasileiras. Mas é notória uma leve vocação do blog para se conectar com internautas no mundo todo. Sobretudo se considerarmos a tenra idade de 'Passa boi, passa boiada': um mês de vida.
Em razão disso, os leitores agora podem, ao clicar do mouse, ler traduzidas as páginas do blog nos seguintes idiomas: chinês, italiano, alemão, francês, japonês, inglês, russo e espanhol. Além do bom e querido português, ora pois.
Moral da história: o grande poder da internet é suprimir fronteiras (guardadas as devidas proporções) e aproximar pessoas dos quatro cantos do planeta. Mas, peraí! Como quatro cantos se a Terra é redonda?
Pois é, a força das expressões idiomáticas não deixa a lógica acontecer às vezes.
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17 de abr. de 2009
Quem será a vizinha na piscina?
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O Google está cada vez mais insuperável.
Eles incrementaram os já famosos Google Earth e Google Maps com imagens feitas das próprias ruas. Essa aí de cima (que parece ser uma única foto) é de Londres, Inglaterra, e foi "tirada" próximo ao rio Tâmisa e ao Big Ben (ao fundo). A ferramenta reúne infinitas imagens e, através da sua sobreposição, consegue criar o efeito visto nesse quadro.
Clique e navegue por toda Londres. Ou, se preferir, visite Paris, São Francisco, Roma e inúmeras cidades no mundo que já estão disponíveis no Google Street, nome dado ao programa.
Encontrei um blog que reuniu num post 15 pontos curiosos em diversas cidades (clique aqui para ler). Vale a pena a visita.
Aqui no Brasil ainda não temos nossas cidades no Google Street, mas a qualidade das imagens geradas por satélites sobre várias partes do país já melhorou bastante.
A imagem abaixo (Google Earth) é do prédio aqui de casa. Logo, logo, com a evolução da cobertura "powered by Google", vai dar pra ver quem era a vizinha se banhando na piscina. O duro vai ser o satélite revelar um marmanjo. Mais duro ainda descobrir que sou eu na foto, em uma das únicas duas vezes que entrei na piscina do condomínio. :)
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Aqui no Brasil ainda não temos nossas cidades no Google Street, mas a qualidade das imagens geradas por satélites sobre várias partes do país já melhorou bastante.
A imagem abaixo (Google Earth) é do prédio aqui de casa. Logo, logo, com a evolução da cobertura "powered by Google", vai dar pra ver quem era a vizinha se banhando na piscina. O duro vai ser o satélite revelar um marmanjo. Mais duro ainda descobrir que sou eu na foto, em uma das únicas duas vezes que entrei na piscina do condomínio. :)
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