Mostrando postagens com marcador mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mundo. Mostrar todas as postagens
29 de dez. de 2009
18 de set. de 2009
Coincidência? Índice Dow Jones idêntico nos dias 11 de setembro de 2001 e de 2009

Dow Jones em 11 de setembro de 2009: 9.605 pontos (clique para ver)
Você acredita em coincidência?
Será que as coisas acontecem por acaso ou são guiadas pela ordem que há no caos do Universo?
Eu, particularmente, não acredito em coincidência. Acredito que há uma correspondência de fatos, uma equação infinita de trocas de energia que culminam no desenrolar das coisas. No microcosmo, seria, do meu ponto de vista, uma cadeia de acontecimentos resultante de pensamentos e ações individuais. No macrocosmo, de pensamentos e ações coletivas.
Divagações à parte, coincidência ou não, é fato que o índice Dow Jones, principal indicador da bolsa de valores de Nova Iorque, registrou a mesma marca no fatídico 11 de Setembro (2001) e, pasmem, no 11 de setembro de 2009: 9.605 pontos.
Independentemente das crenças, das teorias, do que quer que seja que você ou eu pensamos sobre a existência ou não das coincidências (esse tema daria não apenas um post, mas sim um livro, no mínimo), é de arrepiar a constatação dessa identicidade numérica na maior bolsa de valores do mundo.
Penso que a mensagem que o Universo quer nos passar é muito simples: oito anos após a catástrofe em Manhattan, nada mudou. A ganância do atual sistema de trocas de riquezas continua. A essência do ser humano é a mesma. Mesmo com tamanho susto do 11 de Setembro, continuamos a cometer os mesmos erros: visão de curto prazo, pragmatismo sócio-econômico, lei da vantagem e por aí afora.
Talvez este seja o momento ideal para, mais uma vez, refletirmos sobre nossas ações, desde as mais insignificantes, como o cuidado com o lixo em casa, até o consumo consciente, o respeito ao próximo, a cordialidade no relacionamento com o outro, o amor pela vida.
Quando pequeno, lembro-me de meu pai me dando uma lição. A história dizia que um cavalo selado passa apenas uma vez na nossa frente. E que não devemos, portanto, desperdiçar a oportunidade.
Concordo com ele. Mas será que a nossa consciência coletiva está pronta para isso? Pronta para as oportunidades de fazer um mundo melhor?
Ah... como eu queria ter essas respostas.
Marcadores:
economia,
existencial,
filosofia,
mercado acionário,
mundo,
olha o boi passando,
sustentabilidade
12 de jul. de 2009
O outro e as fronteiras

Fronteira entre México e EUA
Escrevi aqui no blog duas semanas atrás sobre a questão do outro. Uma das colocações que fiz, no post intitulado "Uma Beleza Sozinha Não Faz Verão", foi: se a minha beleza depende da do outro para existir, logo é a partir do respeito ao que é diferente de mim que serei respeitado!
O outro é a nossa fronteira, a nossa referência de finitude e, ao mesmo tempo, de complementaridade. O outro pode ser o nosso calibre, a válvula de ajuste da existência. Existimos porque o outro existe. Sem ele, não somos, não repercutimos. O outro e nós somos, ao mesmo tempo, um.
Tendo em vista esse ponto de vista, proponho aqui uma reflexão sobre o outro enquanto país, nação. E, por consequência, suas fronteiras que delimitam a liberdade do ir e vir, as trocas mercantis, os idiomas, as culturas.
Há hoje, na Europa, em comparação com a primeira metade do século XX, milhares de quilômetros de fronteiras internacionais a mais (procurei no Google a quantidade exata em quilômetros, mas não encontrei). O continente conta com 50 países atualmente, número quase duas vezes maior que há 50 anos.
Pergunto: o que explica esse fato, se levarmos em consideração que desde a Primeira Grande Guerra o processo de globalização é cada vez mais presente, haja vista a própria criação e a expansão da União Europeia nas últimas duas décadas?

Muro de Berlin
Onde há luz, sempre há sombra. Ou seja, tem sido através da tentativa de equalização (seja política, econômica, social) que, na Europa, as diferenças culturais pipocam e culminam numa reivindicação, quando não numa convulsão coletiva, pelos valores culturais de cada povo.
A diversidade só é (e assim deve ser) bela quando a possibilidade de comparação com o outro é possível. Num cenário em que se tenta colocar na mesma cesta uma série de diferentes nacionalidades, culturas e valores, é natural que o azul não queira se misturar com o vermelho, o amarelo, com o verde, e vice-versa.
Assim, quanto mais globalizados formos, menos as bandeiras haverão de se misturar. A manifestação de valores culturais de um povo está intrinsecamente ligada à sua capacidade de diferenciar-se.
Talvez resida aí um dos fatores que levaram por água abaixo a tentativa de implementação dos ideais marxistas na ex-União Soviética. É natural do ser humano sentir-se único (seja enquanto indivíduo ou grupo). E numa região de dimensões continentais como a ex-URSS é natural que as diferenças étnicas se tornariam fraturas expostas cedo ou tarde.
O caso da China, uma das exceções desse meu ponto de vista, ainda foge do meu entendimento. A população fica completamente sujeita às decisões do Estado Chinês, que controla até quantos filhos seus cidadãos podem ter durante toda sua vida. A não ser que haja, nas próximas duas décadas, uma mudança radical das bases do poder chinês (e, por consequência, a inclusão de valores mais democráticos na sociedade), não vejo a cristalização do atual ritmo de crescimento econômico que a China vem experimentando nos últimos 15 anos.
Outro exemplo de exceção é Cuba. Talvez, com o fim da dinastia Castro, que acredito acontecer até 2015, seja possível que os cubanos passem a integrar a dinâmica global de trocas mercantis, científicas e tecnológicas. Sobretudo agora com a boa vontade de Barack Obama.
Poderia citar outros exemplos aqui, mas continuaria penando para achar um ponto interessante para concluir este texto. O fato é que as fronteiras vêm aumentando, assim como o número de países, apesar de a globalização fazer força para emplacar.
O próprio episódio recente da gripe suína, ou melhor, gripe tipo A, deixou escancarado nos quatro cantos do mundo que, sim, estamos dispostos a fechar nossas fronteiras na iminência de riscos de contágio de doenças estrangeiras.
Aliás, a própria etimologia da palavra ‘estrangeiro’ já encerra em si o verdadeiro sentimento que cultivamos pelos povos que não os nossos: estranhos!
É claro que, em nome da saúde pública e blablablá, devemos pensar primeiro na gente, e não nos ‘estranhos’, quer dizer, nos estrangeiros. Mas ainda assim fico aqui matutando sobre para onde apontará a resultante desse movimento mundial de proteção fronteiriça.
Não quero nem imaginar um desfecho não muito bonito. Aliás, nada com nome de desfecho deve carregar muita beleza. Afinal, se o Universo é infinito, qualquer tentativa de se pôr um fim a qualquer coisa sempre cairá por água abaixo.

Fronteira entre Bélgica e Holanda: exemplo de convivência com o outro
Marcadores:
cultura,
ética,
existencial,
filosofia,
gripe suína,
mundo,
política internacional
27 de jun. de 2009
Thriller na prisão
Para quem ainda não viu, vale a pena conferir essa coreografia de "Thriller", uma performance de cerca de 1.500 detentos do centro de reabilitação e detenção de Cebu, nas Filipinas.
O vídeo já foi visto mais de 26 milhões de vezes no Youtube.
Sensacional!
Clique aqui para ler reportagem em Veja.
Enjoy it!
15 de jun. de 2009
Twitter e Ahmadinejad: Um marco na história das comunicações

Foi um tweet que levou ao mundo, nesse último fim de semana, a notícia da confirmação da vitória de Ahmadinejad nas eleições presidenciais do Irã.
Com isso, um marco importante na história das comunicações ganha vida: pela primeira vez, uma notícia de importância internacional foi dada pela Internet, em primeira mão, por pessoas, indivíduos, internautas, anônimos ou não. Para ser mais específico, pelo Twitter.
Chega a vez em que a nova mídia bate a velha mídia. E quem mais sentiu o golpe foi a americana CNN, que detém (ou detinha) a reputação de sempre dar notícias com exclusividade, como por exemplo o 11 de Setembro, a operação Tempestade no Deserto, entre outras. (Veja mais no site do Mashable, em inglês)
As vias tradicionais de divulgação de notícias, sejam elas os maiores jornais do mundo e seus sites, agências de notícias, rádios e televisões levaram do Twitter, usando o jargão jornalístico, um inusitado furo de reportagem.
Por mais irrelevante que o fato de a velha mídia perder para a nova possa parecer, trata-se de um fenômeno que certamente mudará (e já está mudando) a forma como as pessoas se comunicam.
Trata-se ainda de um movimento nunca antes visto pela humanidade: a capacidade de qualquer pessoa, em virtualmente qualquer lugar, poder gerar notícias, conteúdo e tudo o mais que possa interessar a uma terceira parte, independentemente do lugar de onde esta esteja recebendo a informação.
Não só as empresas de comunicação, mas também qualquer empresa ou organização -- grande, média ou pequena -- deverão se preparar para essa mudança e se dedicar a uma reflexão de como isso poderá impactar suas estratégias de negócios.
Cada vez mais, o boca-a-boca, o tweet-a-tweet terão peso em escala nas decisões de compra, na formação de opinião, na percepção de marcas por parte de consumidores em todo o mundo.
É certo que aqueles que puderem vislumbrar esse futuro e antecipar tendências e direções sairão na frente nessa nova corrida cibernética.
Ainda há muito mais por vir. Afinal, a velocidade da luz já está mesmo ficando para trás.
Preparemo-nos para a Nova Era. E que ela seja muito bem-vinda.
10 de jun. de 2009
Sobre atraso e avanço, Brasil e Canadá

A revista Economist divulgou nesta semana o ranking das melhores cidades do mundo para se viver. Vancouver, na costa oeste do Canadá, ficou em primeiro lugar. A nossa querida São Paulo empatou com a linda Rio de Janeiro na 92ª posição.
Sei que parece até injusta, mas a comparação entre Brasil e Canadá é inevitável. Aliás, mais do que inevitável, ela é necessária.
Morei na cidadezinha de Castlegar, no Canadá, de
A região onde fiquei, a Província de Colúmbia Britânica, era considerada pelo governo canadense, na época, a melhor região para se morar no país, levando-se em consideração critérios como educação, saúde e qualidade de vida. Ou seja, no melhor lugar do melhor país do mundo para se viver.
Antes do Canadá, nasci e passei minha infância e adolescência no interior de São Paulo,
E daí que o choque de culturas pelo que passei marcou minha vida para sempre.
Não, o choque não foi assim tão radical. Diria que foi até sutil. Mas ao olhar do observador mais atento (e sensível), as diferenças podem tornar-se gritantes.
Vamos a elas:
Atravessando a rua
Aprendi lá no Canadá, no início da década de 90, que basta eu sair da guia e pisar na rua para que os carros parem para eu atravessar. Simples assim. O pedestre tem prioridade. Aqui no Brasil, ainda hoje, ou seja, quase 20 anos depois, paro o carro para as pessoas atravessarem a rua e, (salvo exceções) para minha surpresa, alguns pedestres se recusam a atravessar, às vezes até me olham feio, como que se eu fosse sacaneá-los (dando-lhes um susto ou mesmo passando por cima do cidadão). Enfim, a culpa é de todos nós, não apenas do pedestre, nem do motorista, mas da forma como vimos nos tratando nos últimos tempos.
Lixo
A gente aqui ainda engatinha quando se trata de administrar nosso próprio lixo. Não, não estou falando da reciclagem de alumínio (o Brasil é campeão mundial nesse quesito graças ao contingente gigantesco de brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza e, a fim de sobreviver, vivem revirando latões, lixões, quase chegam a implorar pela sua latinha de cerveja vazia na praia). Nem tampouco falo da nossa campeã reciclagem de plástico, reflexo idêntico ao caso das latas de alumínio, e por aí vai. Estou falando de produzir lixo com 'consciência', não desperdiçar, pensar (ou seja, usar a razão, presente divino) antes de imprimir, de usar o carro, de fazer compras. Os canadenses que conheci e com quem convivi em 1992 já sabiam e faziam tudo isso. Iam além: separavam em cestinhos apropriados o chamado lixo orgânico: cascas de batata, cenoura, frutas e tudo o que sobra na cozinha e nos pratos. O que faziam com isso? Bem, eles têm um cantinho no quintal, onde armazenam esse material que é utilizado nas suas hortas e jardins. E a gente aqui no Brasil querendo começar a separar em casa o jornal velho, as garrafas de plástico, as latas de alumínio... Pelo menos já é um começo. Tardio, diria, mas um começo!
Consciência ecológica
Você sabe quantas árvores são necessárias para se produzir uma tonelada de papel? Os canadenses sabem disso desde criancinhas. OK, pode parecer exagero, mas a consciência voltada para o meio ambiente no Canadá é um exemplo a ser seguido. É natural que eles também são usuários de grandes quantidades de papel, sobretudo pelo fato de serem uma nação altamente desenvolvida. Mas a conscientização ecológica é algo que já se fundiu à cultura deles. Aqui no Brasil, essa visão já está presente entre as classes A, B e C, mas ainda há muito trabalho a ser feito para se atingir toda a população. (A propósito, são necessárias 17 árvores para a produção de uma tonelada de papel.)
Direitos constitucionais
É lei levada a sério no Canadá (perdão pelo pleonasmo, mas é que no Brasil lei não é dura lex. Tá mais para dura vita) que todo cidadão tenha acesso universal a saúde, moradia e educação. O próprio Michael Moore, documentarista americano, retratou muito bem isso no filme "Sicko-SOS", em que compara a drástica diferença entre o sistema de saúde pública do Canadá e dos Estados Unidos. Bem, prefiro nem mencionar o nosso aqui no Brasil.
Campanhas voluntárias e ONG's
A onda por aqui agora é responsabilidade social, voluntariado etc. Sim, sei que há muitas pessoas e empresas que já agem há décadas no silêncio promovendo a ajuda ao próximo. Mas é fato, e você há de concordar comigo, que no Brasil a frequência desse tema ganhou amplitude nos últimos dez anos. No Canadá, em 1992, quando lá morei, eles já estavam carecas de saber que esse tipo de ação é não só necessária, mas um dos princípios da solidariedade. Participei de diversas campanhas (até porque eu era patrocinado pelo Rotary, instituição engajada mundialmente em ajudar o próximo) para arrecadar alimentos, roupas e remédios, além de ações para recolher materiais para reciclagem. Faço, no entanto, um mea culpa aqui: a única vez que doei sangue na minha vida foi lá no Canadá através de uma campanha da Cruz Vermelha daquele país.
Ausência de muros separando as casas e portas destrancadas dos carros
Essa não vou nem comentar.
Patriotismo
Todo canadense sabe de cor o hino nacional do seu país. Tudo bem que a letra do hino tem treze versos, se não me falha a memória, mas até eu aprendi a cantá-lo. Mas o fato que importa não é esse. O que me tocou de verdade foi ver (e ouvir) o hino ser tocado em diversas ocasiões, públicas e privadas, além de a bandeira canadense ser hasteada em comércios, residências, espaços públicos. Aqui no Brasil já vi até gente comentando ser cômico alguém ter a pachorra de saber todos os versos do nosso hino nacional. Sem dizer que muita gente acharia brega hastear uma bandeira do Brasil na frente de suas casas. Verdade ou não é? Ou vai dizer que você nunca pensou nisso?
Papel na lixeira
Nós, latinos, temos o hábito de amassar a folha de papel, fazendo aquela bola, antes de jogá-la no lixo. Uma vez, ao fazer isso, fui orientado por um canadense que amassar a folha de papel antes de dispensá-la é desnecessário, pois ocupa muito mais espaço no lixo. É só tirar a prova
Uso de água
Só vou dar um exemplo aqui: o uso de água para lavar calçadas com a mangueira. Na segunda casa em que morei no Canadá, na família Meyer para ser mais específico (morei em quatro famílias), aprendi uma lição que trago comigo até hoje. Estava eu a ajudar a limpar o carro da família numa tarde de sábado, quando me embrenhei com a mangueira d'água e comecei a lavar a calçada com o forte jato da ferramenta. Fui surpreendido pelo meu 'host father', Mr. Meyer. Ele simplesmente me explicou que é mais fácil, além de muito mais ecologicamente correto, primeiro varrer a calçada, recolher e lixo e só. Ah, quer tirar a poeira do chão? "Um pano molhado basta, Rodrigo!". Foi o que ouvi de volta.
Há mais uma centena de lições que aprendi quando morei e convivi com os canadenses, povo acolhedor, sensível e muito desenvolvido.
Fico só pensando numa coisa: se aprendi essas coisas todas já faz quase 20 anos, em que estágio os caras devem estar hoje?
Estou precisando (ou melhor, desejando -- quem leu "Carta Aberta a Gandhi" sabe o que quero dizer) voltar ao Canadá. Nem que for só a passeio. Afinal, é nossa obrigação cívica, na qualidade de brasileiros, contribuir para um país melhor. Sempre.
P.S.: Não posso deixar de comentar. A Miss Canadá é brasileira. Preciso dizer mais alguma coisa?
Marcadores:
brasil,
canadá,
cultura,
ecologia e meio ambiente,
ética,
mundo,
sustentabilidade
6 de jun. de 2009
Home: "É tarde demais para sermos pessimistas"
Assista aqui (áudio original em inglês) ou aqui (versão dublada em português) a "Home - Nosso Planeta, Nossa Casa"
Assisti ontem, na Fnac Pinheiros, em São Paulo, à estreia mundial do filme "Home - Nossa Planeta, Nossa Casa". Chocante. Vale a pena.
Tirei algumas lições, que divido aqui com vocês:
1) 20% da população mundial consome 80% dos insumos.
2) Gasta-se 12 vezes mais com defesa militar do que com ajuda humanitária.
3) A calota polar está 40% menor que 40 anos atrás.
4) O sol fornece à Terra, em apenas uma hora, a mesma quantidade de energia gasta pela humanidade em um ano. (Ou seja, vamos utilizar fontes de energia renovável como paineis solares).
5) 50% dos grãos produzidos na Terra são usados para ração ou combustível.
6) 13 milhões hectares de mata desaparecem por ano.
É TARDE DEMAIS PARA SERMOS PESSIMISTAS!
E você? Faz sua parte?
Marcadores:
ciência,
ecologia e meio ambiente,
ética,
existencial,
início de tudo,
mundo,
sustentabilidade
27 de abr. de 2009
Gripe suína: melhor evitar Brasília por esses dias

Acordei hoje e o noticiário bombardeando: gripe suína!
Devo ter ouvido algo a respeito, lido em algum lugar, mas como surge uma gripe da noite pro dia?
Mais curioso ainda: a epidemia tornou-se notícia, de uma só vez, no mundo todo. Como pode? Alguém saberia me explicar?
Agências europeias estão implorando para que seus cidadãos não viajem aos EUA e nem ao México (focos de incidência da gripe). Idem no Japão. Na Espanha, ainda há pouco, a confirmação de um caso da doença veio a público.
Tenho um lombo congelado no freezer de casa. Pelo menos, segundo o Ministério da Saúde, não há nenhum risco de se pegar a tal gripe através da ingestão de carne de porco. Encontrei uma reportagem na Veja que esclarece um pouco mais. Clique aqui para ler.
Segundo li também, a transmissão do vírus é feita pelo ar ou por fluidos de pessoas contaminadas.
Ah, não pega de animais não. Mas em todo caso é sempre melhor evitar Brasília em tempos assim. Vai saber como anda a situação do chiqueiro do planalto central.
Marcadores:
brasil,
ciência,
gripe suína,
méxico,
mundo,
política nacional,
saúde
Assinar:
Postagens (Atom)

