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23 de abr. de 2010

Rei Sol: maravilhas do Universo (vídeo da NASA)

Esse pequeno mas poderoso momento do circo celestial mostra que o Universo continua mesmo em plena expansão. Veja no vídeo:

6 de jun. de 2009

Home: "É tarde demais para sermos pessimistas"




Assista aqui (áudio original em inglês) ou aqui (versão dublada em português) a "Home - Nosso Planeta, Nossa Casa"

Assisti ontem, na Fnac Pinheiros, em São Paulo, à estreia mundial do filme "Home - Nossa Planeta, Nossa Casa". Chocante. Vale a pena.

Tirei algumas lições, que divido aqui com vocês:

1) 20% da população mundial consome 80% dos insumos.

2) Gasta-se 12 vezes mais com defesa militar do que com ajuda humanitária.

3) A calota polar está 40% menor que 40 anos atrás.

4) O sol fornece à Terra, em apenas uma hora, a mesma quantidade de energia gasta pela humanidade em um ano. (Ou seja, vamos utilizar fontes de energia renovável como paineis solares).

5) 50% dos grãos produzidos na Terra são usados para ração ou combustível.

6) 13 milhões hectares de mata desaparecem por ano.

É TARDE DEMAIS PARA SERMOS PESSIMISTAS!

E você? Faz sua parte?

2 de jun. de 2009

Drummond para o meu epitáfio

E também condolências às vítimas do voo AF447



Encarar o tema da morte, por mais mórbido ou desagradável que seja, nos é inevitável.

O trágico acidente de hoje com o avião da Air France mexe com o fundo da nossa consciência e nos faz refletir sobre quão sensíveis, pequenos, frágeis somos e, ao mesmo tempo, tão queridos, únicos e especiais.

Apesar de, no mundo, morrerem anualmente mais pessoas vítimas de picadas de abelhas do que de acidentes aéreos, só nos deparamos com a morte, a única certeza que temos sobre a existência, quando ela nos choca como nos chocou o noticiário nesta manhã.

Por isso, quero aqui, além de deixar minha homenagem às 228 vítimas do voo 447 da Air France, registrar o que desejo que seja lapidado no meu epitáfio: um poema de Drummond.


Memória

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.

Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.

Carlos Drummond de Andrade

Foto de Rodrigo Marques Barbosa, litoral de SP

6 de mai. de 2009

A exceção da regra que toda regra tem exceção




Quando eu era moleque, na década de 80, um senhorzinho muito simpático (me escapa da memória agora o seu nome), que trabalhava na portaria do prédio lá de casa, me propôs um exercício de lógica, que repasso a vocês aqui no blog:

1) Consideremos que toda regra tem uma exceção.

2) Essa é, em si mesma, uma regra.

3) Sendo uma regra, ela própria tem sua exceção (postulado 1).

4) Ou seja, existe uma regra que, por ser a exceção da regra (2), não tem exceção.

Capisce? ;)

Você tem algum palpite sobre qual é a regra que não tem exceção?

Curioso para saber o meu palpite? Leia aqui e descubra!

Comentários sempre bem-vindos!


19 de abr. de 2009

Hoje é dia de chocolate? E por que não de açaí?


Olho no relógio: quase meia-noite, final do domingo, 19 de abril. A data lhe toca algum sininho na memória?

Pois é, só agora me lembrei que hoje se comemora o Dia do Índio.

Curioso. Muitas vezes não entendo o outro nem tampouco a mim mesmo. Vejamos o feriado da semana passada: apesar de poucos se lembrarem de que a Páscoa representa a ressurreição do Cristo, a venda de chocolates cresce ano após ano. O que dizer?

O que acontece com nossa memória coletiva? Virou pó? Compensamos com chocolate? E hoje? Por que não com açaí?

Sem mais milongas, presto minha homenagem aos genuínos proprietários das Américas e reproduzo um discurso atribuído ao embaixador mexicano Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, proferido em maio de 2002, durante a conferência dos chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, realizada em Madri.

Lenda ou não (e é essa uma das funções essenciais das lendas), eis o discurso:

"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a 'descobriram' só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país- , com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.

Consta no 'Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais' que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização europeia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.

Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.

Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano 'MARSHALL MONTEZUMA', para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia e de outras conquistas da civilização.

Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

Esse quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.

Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue? Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."

Feliz dia do Índio!

Apenasmente por isso


Inspirei-me na epígrafe de "Sagarana", obra de João Guimarães Rosa, panteão do neologismo, para batizar este blog:

 

"Lá em cima daquela serra, passa boi, passa boiada, passa gente ruim e boa, passa minha namorada."

 

No uso popular, a expressão 'passa boi, passa boiada' enseja um certo caráter relaxado e negligente, característica atribuída sobretudo a políticos, alguns empresários, oportunistas, gatunos, enfim toda a turma do 'opa lelê'.

 

Guimarães Rosa, não. O mestre utilizou a expressão para introduzir o leitor aos elementos centrais do livro: Minas Gerais, sertão, bois, vaqueiros e jagunços, o bem e o mal.

 

Esse é o tom que pretendo dar ao blog: tanto tratar do descaso de uns, quanto do poético, do sertanejo (sou rio-pretense, lembra?) de outros. Fazer arder a dicotomia e, na sua agudez intrínseca, fazê-la revelar-se. Ou romper-se de vez.

 

Não mais que isso. Nem menos. Ou, como diria Rosa, apenasmente.

 

Leia mais sobre 'Sagarana' aqui.

16 de abr. de 2009

O Poder do Vernáculo 2: "Entusiasmo"



Quem me conhece mais de perto já deve ter ouvido uma de minhas expressões: "a resposta está sempre na pergunta".

E é verdade! Por mais empírica que possa parecer essa frase, às vezes damos tantas voltas ou complicamos tanto as coisas, que só depois de muita energia desperdiçada é que vemos que a resposta estava bem debaixo do nosso nariz.

Eu poderia citar aqui inúmeros exemplos meus e que também já observei nessa existência, mas o propósito deste post é outro: continuar com a série "O poder do vernáculo", inaugurada com o texto sobre o vocábulo 'graça' (clique aqui para ler).

A minha palavra de hoje é 'entusiasmo'. E para seguir com o raciocínio que apresentei há pouco, ou seja, de que a resposta está sempre na pergunta, quero dividir aqui com vocês uma descoberta (não minha, claro, mas que me serviu como uma epifania) sobre o significado etimológico de 'entusiasmo'.

Lembra-se de já ter ouvido endomarketing (ou o marketing de dentro), reação endógena (ou reação interna), endodontia (área da odontologia que cuida do interior do dente, da raiz) etc.? Então, já dá para deduzir que o 'en' de entusiasmo vem do grego 'endo', que significa dentro, interior, interno.

E o restante, 'tusiasmo'? Essa aí vem também de terras helênicas, do original 'thous', quer quer dizer deus.

Viu só como a resposta está na pergunta? Então, o que é entusiasmo? É ter Deus dentro de você, sentir-se parte da unicidade do Universo ao mesmo tempo em que compartilha da centelha divina no seu mais íntimo eu.

É vibrar no sentido puro da palavra, é ter a segurança da infinitude e do poder do amor, mesmo em situações ou épocas quando tudo é posto à prova, tudo é questionado ou, pior, o terreno e o mundano são trazidos à tona, como o assassino de primeiro grau que tem seu caráter revelado, e não alterado (como alguns advogam) pelas circunstâncias e situações e intempéries a que foi exposto durante sua criação. Afinal, como pode um assassino de primeiro grau ser 'menos pior' que o de segundo, terceiro?

Graças ao entusiasmo, e não ao otimismo (este bem diferente daquele), o Universo continua se expandindo. Pois mesmo que ainda haja tanta truculência no mundo, é a soma de todos os pensamentos, bons e maus, que se manifestam e fazem com que as fronteiras do infinito se expandam.

Quer um exemplo disso? Um casal une seus pensamentos em torno de um filho. Fazem planos, copulam, o espermatozóide fecunda o óvulo, nove meses depois o bebê nasce. O Universo se expandiu, não é mesmo? E não se expandiu só com o novo ser humano, mas também com a anotação no livro de registros do cartório, nos arquivos da maternidade, da escola, das empresas onde o pequeno irá trabalhar, no atestado de óbito e, finalmente, mas não menos importante, no pensamento dos seus entes queridos.

Outro exemplo? Uma cadeira! Pode ser um pensamento do designer francês Phillipe Starck ou de um camponês do interior do Brasil. Colocado em prática, esse pensamento resultará numa cadeira. De um jeito bem simples, essa é a tradução da famosa fórmula de Einstein: E=m.c², em que 'E', energia, representa o pensamento (que é energia em sua existência - já comprovado cientificamente por medições de ondas cerebrais), 'm' é a massa, ou seja, a madeira, os pregos, os amarres, e 'C²' é a velocidade da luz ao quadrado. Afinal, vemos as coisas porque elas têm luz.

Cadeira de Phillipe Starck Cadeira de algum camponês

Desconhecia até pouco tempo a raiz da palavra 'entusiasmo', mas se fizer um esforço de memória e me lembrar das vezes em que ouvi-la, foi sempre em ocasiões em que alguém queria passar uma mensagem de incentivo, motivação, ânimo. Hoje, ao ouvir 'entusiasmo', uma fonte imensa me preenche de luz, de energia, de sensação de poder criativo, de resiliência.

Sabendo disso, penso valer a pena repetir essa palavra o tempo todo, nem que seja para mim mesmo, em silêncio, e assim sempre despertar o deus que há em mim. "Vós sois deuses", já bem disse nosso irmão, Jesus Cristo (Salmo 82:6 e João 10:34).

Feliz entusiasmo!




entusiasmo
en.tu.si.as.mo
sm (gr enthousiasmós) 1 Excitação da alma quando admira excessivamente. 2 Arrebatamento. 3 Paixão viva; dedicação. 4Alegria ruidosa. 5 Exaltação criadora que torna sublimes os poetas, os artistas e os oradores. 6 Inspiração.

27 de mar. de 2009

Contemplação (só isso mesmo)


26 de mar. de 2009

Conversa no MSN

Transcrição de uma conversa no MSN com uma grande amiga, a Lilian Smeke, em 29 de outubro de 2008, na qual falávamos de como o mundo e as pessoas estão:

Lilian diz: Muita ansiedade no ar. Todo mundo meio desesperado. É isso que noto. A maioria preocupada com o que os outros vão dizer... enfim... preocupados com o julgamento dos outros e esquecem de viver a própria vida... Aí fica tudo superficial. Mas será que o mundo é assim, Rodrigão?

Rodrigo diz: Não, tudo isso é ilusão. Ilusão da dimensão em que vivemos. O mundo não é assim. Ao contrário, o mundo é perfeição,é amor,é bem-estar. Na verdade, a gente tem de regridir. Digo, regridir ao nosso estado original, o estado da essência divina, da essência criadora,que é só amor. Nada mais. Quando voltarmos pra isso, aí sim seremos plenos. Todo o resto é fantasia, devaneio criado por nós mesmos. Não existe pecado, não existe ninguém nos julgando. O que existe é o nosso distanciamento desse estado puro. Distanciamento do que a fonte criadora nos fez, e de que Ela própria é composta. E essa energia toda, de bem-estar, de amor, está aí, à nossa disposição, vibrando 100% do tempo. Em todo o espaço. Isso que é onisciência, onipresença, onipotência. Logo, isso que é Deus! Está aqui, dentro da gente, o tempo todo. A escolha que é nossa. Porque Ele nos fez tão perfeitos e tão livres, que podemos escolher o tempo todo. Por isso que as parábolas das Escrituras dizem que sempre seremos perdoados, quantas vezes for necessário, porque a fonte está à disposição sempre. É inesgotável. É ela que faz o Universo se expandir, constantemente. E são os nossos pensamentos, os nossos desejos que colaboram para isso. Ao pensarmos, as coisas se materializam, e assim o Universo se expande. É muito lindo. É muito perfeito. Basta termos a certeza de que somos criadores. Somos mais do que a imagem e a semelhança da fonte. Somos da mesma essência e composição dela. Pense nisso!

Quem sou eu


Transformador, não conciliador. Questionador, não conformado. Inquieto, mas sereno. Na minha. Respeito e defendo o direito do ponto de vista do outro, mas não me peça para concordar. Ou então, me convença. Aberto. Basta me mostrar o caminho. Mas se não tem o caminho ou não tem a capacidade de enxergá-lo, então não mo enfie guela abaixo. Curioso. Buscando o retorno para a Fonte. Não é a gente que é imperfeito. Cada um de nós que desvirtou do caminho. Basta retornar. Isso é Amor Divino. Esse sou eu, Rodrigo. Mas é só a ponta do iceberg. Você se atreve a descobrir-me mais? Eu me atrevo a descobrir-me mais? Pode ter certeza que sim.

A Promessa de Deus

Como primeiro post deste blog que nasce neste instante, nada mais adequado (e não pretendo usar de muita adequação daqui em diante) do que começar pelo início, meio e fim de tudo no Universo: Deus.

Sempre acreditei, desde muito pequeno, numa força única, que amalgama todas as energias em suas mais diversas formas de manifestação. Por isso, já peço licença aos olhos do leitor para escrever sobre o que me vier à mente, inclusive sobre Deus. Afinal, se tal força é a enzima de tudo, logo, ela está em cada um de nós também.

Mas antes de iniciar tamanha ousadia, prefiro transcrever um texto que não escapa do meu HD. É sobre a promessa de Deus.

Boa leitura!

"Deus prometeu que se confiarmos Nele, Ele nos ressarcirá de todas as coisas injustas que nos aconteceram. Talvez você tenha sido passado para trás em um transação comercial e tenha perdido muito dinheiro. Talvez alguém tenha mentido a seu respeito e essa informação incorreta tenha atrapalhado a sua promoção. Ou talvez um amigo íntimo o tenha traído. Sem dúvida, esse tipo de perda deixa cicatrizes indeléveis, fazendo com que você queira se agarrar à dor. Seria lógico que você procurasse se vingar. Muitas pessoas até mesmo o incentivarão a fazer isso. O slogan "Don't get mad, get even!" (Não fique zangado, acerte as contas!) é um princípio bem aceito hoje em dia. Mas esse não é o plano de Deus para você. Se você quiser viver da melhor maneira possível agora, precisa aprender a acreditar que Deus promoverá a justiça na sua vida. A Bíblia diz o seguinte: "Deus é justo e Ele resolverá as questões do Seu povo." Isso quer dizer que você não precisa sair por aí tentando se vingar das pessoas. Deus é o seu defensor. Você tem de começar a permitir que Ele lute as suas batalhas por você. Deixe que Deus resolva os seus problemas. Deus prometeu que se você Lhe entregar essas questões e deixar que Ele lide com elas da Sua maneira, Ele corrigirá a situação. Deus promoverá justiça em sua vida." Osteen, Joel - In "O Momento É Este!", Best Seller