18 de set de 2009

Coincidence? Dow Jones identical on both September 11 of 2001 and 2009


Do things happen by chance or are they guided by the order that is in the chaos of the universe?

I personally do not believe in coincidences. I believe there is a correspondence of facts, an equation of infinite energy exchanges that culminate in the course of things. In terms of the microcosm, it would be, from my point of view, a chain of events that result from thoughts and actions of individuals. In the macrocosm, from thoughts and actions of the collective .

Ramblings aside, coincidence or not, the fact is that the Dow Jones, the main indicator of the New York Stock Exchange, registered the same mark on the fateful September 11 (2001) and, amazingly, on September 11, 2009: 9,605 points.

Regardless of beliefs or theories, whatever it is that you or I think about the existence or not of coincidences (this theme would not only cover a post, but a book, at least), the conclusion of this numerical coincidence in the largest stock exchange in the world is a shivering one.

I think the message that the universe wants to give is very simple: eight years after the disaster in Manhattan, nothing has changed. The greed of the current system of wealth exchange continues. The essence of human being remains the same. Even with such shock of September 11, we continue to make the same mistakes: short-term vision, socio-economic pragmatism, the rule of advantage, and so on.

Perhaps this is the ideal time to, once again, reflect on our actions, from the smallest ones, such as taking care of the trash at home, to greater ones like conscious consumption, respect for others, kindness in relationships with others, the love for life.

When I was a kid, I remember my father giving me a lesson. He told me this: a saddled horse is only once in front of us. And we should not, therefore, miss the opportunity of riding it.

I agree with him. But is our collective consciousness ready for this? Is it ready for the opportunities to make a better world?

Oh boy! I wish I had those answers.

Coincidência? Índice Dow Jones idêntico nos dias 11 de setembro de 2001 e de 2009


Dow Jones em 11 de setembro de 2009: 9.605 pontos (clique para ver)



Você acredita em coincidência?

Será que as coisas acontecem por acaso ou são guiadas pela ordem que há no caos do Universo?

Eu, particularmente, não acredito em coincidência. Acredito que há uma correspondência de fatos, uma equação infinita de trocas de energia que culminam no desenrolar das coisas. No microcosmo, seria, do meu ponto de vista, uma cadeia de acontecimentos resultante de pensamentos e ações individuais. No macrocosmo, de pensamentos e ações coletivas.

Divagações à parte, coincidência ou não, é fato que o índice Dow Jones, principal indicador da bolsa de valores de Nova Iorque, registrou a mesma marca no fatídico 11 de Setembro (2001) e, pasmem, no 11 de setembro de 2009: 9.605 pontos.

Independentemente das crenças, das teorias, do que quer que seja que você ou eu pensamos sobre a existência ou não das coincidências (esse tema daria não apenas um post, mas sim um livro, no mínimo), é de arrepiar a constatação dessa identicidade numérica na maior bolsa de valores do mundo.

Penso que a mensagem que o Universo quer nos passar é muito simples: oito anos após a catástrofe em Manhattan, nada mudou. A ganância do atual sistema de trocas de riquezas continua. A essência do ser humano é a mesma. Mesmo com tamanho susto do 11 de Setembro, continuamos a cometer os mesmos erros: visão de curto prazo, pragmatismo sócio-econômico, lei da vantagem e por aí afora.

Talvez este seja o momento ideal para, mais uma vez, refletirmos sobre nossas ações, desde as mais insignificantes, como o cuidado com o lixo em casa, até o consumo consciente, o respeito ao próximo, a cordialidade no relacionamento com o outro, o amor pela vida.

Quando pequeno, lembro-me de meu pai me dando uma lição. A história dizia que um cavalo selado passa apenas uma vez na nossa frente. E que não devemos, portanto, desperdiçar a oportunidade.

Concordo com ele. Mas será que a nossa consciência coletiva está pronta para isso? Pronta para as oportunidades de fazer um mundo melhor?

Ah... como eu queria ter essas respostas.

11 de set de 2009

O Quase



É o quase que me incomoda, a incerteza da consumação do fato, a palavra mal dita, o espirro enrustido.

É o meio, a indecisão, o titubeio, a vacilada, o quase que me desgasta, me corrói, me indispõe.

É o morno que vomito, nem quente, nem frio, nem tudo, nem nada, só o quase que me irrita.

É a vontade que fica suspensa, o desejo que não se revela, o beijo que não encosta o lábio alheio, o abraço quase apertado.

É o sexo nas coxas, a virtude de barro, o engasgo do vernáculo, o bocejo quase aberto.

É o amor não dito, a paixão suprimida, a liberdade rechaçada, o quase viver que me consome.

E, às vezes, eu quase não me dou conta dos quases que me convêm, dos quases que fazem desdém, dos quases que incomodam.

Mas o quase mais doído é o amigo meio-termo, a amante nebulosa, a cerveja que esquentou.

A única certeza que tenho, o único antiquase da minha vida é o agora.

O agora não é quase antes, nem quase depois. É agora. O antiquase que aprovo.

3 de set de 2009

Chuva



O veranico se foi hoje com a chegada de uma leve frente fria a São Paulo e, por consequência, de uma deliciosa precipitação celeste. Leia-se chuva.

Graças ao fenômeno, a umidade relativa do ar da nossa querida Pauliceia (agora é sem acento, mas fica engraçado, não?) voltou a níveis mais habitáveis.

Aproveito para dividir com vocês um belíssimo vídeo da cantora portuguesa Mariza, interpretando ao vivo a canção intitulada, ora pois pois, "Chuva".

Espero que aproveitem.